terça-feira

Semana gastronómica conselho de Sátão


semanaGASTRONOMICADe 7 a 11 de novembro, restaurantes do concelho de Sátão aderem à Semana Gastronómica do Míscaro.
No âmbito da Feira do Míscaro do concelho de Sátão que se realiza no próximo dia 11 de novembro de 2012, no Largo de S. Bernardo em Sátão, o Município apresenta a Semana Gastronómica do Míscaro, de 7 a 11 de novembro. Vários restaurantes do Concelho aderiram à iniciativa e prometem aguçar o apetite dos apreciadores de míscaros e não só.
Na vila de Sátão podem ser degustados vários pratos confecionados com míscaros nos restaurantes “O Reis” (contacto 232981204), “Sabores da Quinta” (contacto 232985375) e nos dias 10 e 11 de novembro no restaurante “Encontro dos Amigos” (contacto: 232981344); em Lamas, freguesia de Ferreira de Aves os restaurantes “A Parreira” (contacto: 232665290) e “O Camponês” (contacto: 232665225) também adeririam à iniciativa e vão apresentar ementas muito apetitosas.
Esta é uma oportunidade para os turistas, visitantes e apreciadores de míscaros degustarem pratos típicos do concelho de Sátão confecionados com este produto endógeno bastante apreciado.
Fonte CMSátão

Satão em festa


No domingo, dia 11 de novembro, a partir das 10 horas, o Largo de S. Bernardo em Sátão, recebe a VI edição da Feira do Míscaro.
O Município de Sátão apresenta a VI edição da Feira do Míscaro, no domingo, dia 11 de novembro de 2012. A Capital do Míscaro tem tudo a postos para acolher turistas, visitantes, especialistas na degustação de míscaros, artesãos, vendedores e compradores dos míscaros que farão com que este certame seja mais uma vez um sucesso.
O programa deste dia começa às 9h00 com uma prova BTT – Maratona BTT, Rota do Míscaro 2012
O Artesanato típico do concelho vai estar presente nas barraquinhas disponíveis para o efeito, onde também haverá a já deliciosa prova de míscaros, de pão artesanal cozido no forno de lenha e vinho do Dão. As crianças têm à sua disposição pinturas faciais e modelagem de balões. Às 14h30 os ranchos folclóricos das freguesias de S. Miguel de Vila Boa e de Ferreira de Aves, os Grupos Rapotacho e Zaatam (Grupo de Recolha e Divulgação de Música Popular de Sátão) iniciam a animação da tarde, que termina às 16h00 com chave de ouro, com a atuação da artista de renome Ruth Marlene, que promete animar ainda mais o certame.
Será também promovida a semana gastronómica de 7 a 11 de novembro, à qual alguns restaurantes do concelho de Sátão aderiram. Durante esta semana os restaurantes participantes vão confeccionar especialidades gastronómicas onde o míscaro será o produto de eleição. Na vila de Sátão, poderão ser degustados os pratos confecionados com míscaros no Restaurante “Reis”, “Sabores da Quinta” e “Encontro dos Amigos”; em Lamas, freguesia de Ferreira de Aves, os restaurantes “A Parreira” e “O Camponês”.
fonte; site cm Sátão

Capital do míscaro 2012


sexta-feira

Palacio do gelo em ação..

Luciana Abreu prepara musical de "Aladino" na pista de gelo do Palácio do Gelo Shopping
Luciana Abreu 











Luciana Abreuesteve na passada sexta-feira no Palácio do Gelo Shopping, para mais uma sessão de ensaios da peça “Aladino – O Musical no Gelo”, que estará em cena no Grande Auditório do Teatro Rivoli, no Porto.

Com a aproximação da estreia, agendada para o próximo dia 14 de Novembro, Luciana Abreu, que assumirá o papel da princesa Jasmine, intensifica as sessões de treino para a peça produzida por Paulo Sousa Costa.
Com uma alegria contagiante e muito à vontade na pista de gelo, a protagonista da produção dedicada à história infantil de Aladino ensaiou durante mais de duas horas com outros elementos do elenco, do qual também faz parte Sónia Araújo, que, no início do mês, afinou os últimos detalhes de patinagem na única pista de gelo do país aberta permanentemente ao longo do ano.

Fonte: portal cidade de viseu

Ainda há liberdade?



Está cara a liberdade de expressão!
 

“Os políticos devem ouvir a voz do povo”
(Cavaco Silva, jornal espanhol “Expansión”, Outubro de 2012)

“Nenhum político está acima nem da lei nem da crítica”
(Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça, Outubro de 2012)



Em Junho de 2010, sob o título “Descubra as diferenças”, publiquei neste jornal, na minha habitual coluna de Opinião, um artigo onde procurei comparar a actividade exercida entre a Junta de Freguesia de Ferreira de Aves e o mesmo órgão autárquico de Odivelas.

Fi-lo no exercício do meu inalienável direito de cidadania e no cumprimento estrito do estabelecido nas leis de Liberdade de Expressão e de Informação. Porém, a opinião que então expressei — admito que dura e, aqui e ali, pontualmente, não absolutamente rigorosa — não teve o melhor acolhimento por parte dos autarcas da JF de Ferreira de Aves que, no uso de um direito legítimo que lhes reconheço, decidiram contestá-la em “local próprio” — o tribunal.

O diferendo foi sanado. Já neste ano. Colunista e a parte “ofendida na sua honra” estabeleceram um acordo que, aparentemente, “melhor serviu” os interesses de cada um dos envolvidos. Um dos lados, viu encerrado um processo que, se seguisse os trâmites normais no sinuoso percurso judicial, arrastar-se-ia indefinidamente no tempo, com os inevitáveis altos custos decorrentes de longas deslocações e desgaste emocional. O outro, viu “defendida e reposta a honra” com o recebimento de um “punhado” de euros e a publicação, nestas páginas, da “retractação” do autor, o que aconteceu na última edição da “GS”.

A dita “retractação” chamou a atenção de alguns leitores que, a propósito, me contactaram. É, portanto, sobretudo a eles que me dirijo nesta crónica e regresso, permitam-me a expressão, ao “local do crime”.

Há vários anos que integro, com gosto e de forma graciosa, o quadro de colaboradores da “GS”. Escrevo por imperativo de consciência e com o objectivo único de poder dar uma “achega”, que entenda por oportuna e válida, para o bem-estar da população da minha terra natal. As minhas opiniões nunca foram objecto de qualquer tipo de censura nem eu fui alvo de qualquer pressão por parte do responsável editorial do jornal. Sempre senti que nestas páginas se vive um saudável ambiente de liberdade ideológica e de expressão, ao contrário de outras tribunas onde, infelizmente, existe uma forte pulsão controleira sobre o que é escrito e sobre quem escreve, prática de verdadeiro acto de “asfixia”. Na “GS”, repito, esse não é, de todo, o caso.

Acontece que nem sempre as opiniões expandidas são do agrado de quem é visado e/ou apenas as lê. Há pessoas que convivem mal, ou não conseguem de todo conviver, com a crítica. Mesmo quando esta é legítima, verdadeira, e vertida sem quaisquer reservas mentais nem fins obscuros e não belisca, minimamente, a dignidade e a honra de quem quer que seja. Como foi o caso em questão. Acresce, porém, que ninguém, rigorosamente ninguém, está a coberto de críticas e, muito menos estão, os que exercem cargos de serviço público, (supostamente) para o bem-estar do público contribuinte. Que somos todos nós.

No quadro de um regime democrático, como é aquele em que vivemos, quem está no exercício legítimo, ainda que temporário, do poder público, seja este central ou local, está permanentemente sujeito ao escrutínio dos cidadãos. Os cidadãos-contribuintes têm o direito de saber, de maneira clara e transparente, como é gasto e onde é gasto dinheiro dos impostos que pagam. Têm o direito, nalguns casos até mesmo o dever, de questionar a gestão de quem governa. Criticar aquilo que consideram ser aspectos menos positivos de qualquer governação é, igualmente, direito legítimo e democrático que lhes assiste. Do qual não devem prescindir.

Quem concorre a actos eleitorais e os vence sabe, ou deveria saber, que fica desde logo exposto ao olhar atento dos cidadãos. Que, através do seu voto, sufragaram nas urnas os seus programas de acção e legitimaram o poder que passam a exercer. Mas não lhes conferiram um mandato de poder absoluto, Não ficam reféns de ninguém, é certo, mas não podem funcionar em “roda livre”.

Todos sabemos que os políticos, sobretudo os que governam, não gostam de ver os actos que praticam serem criticados na praça pública ou na comunicação social. Julgam-se acima da crítica, alguns até acima da lei. Esquecem-se, todavia, que em democracia há direitos que não podem ser sonegados mas, também, existem deveres que devem ser cumpridos. E nem sempre o são. E em muitas circunstâncias e momentos tem sido a voz do povo, o seu clamor, a impedir que algumas infâmias sejam praticadas e alguns actos de gestão danosa sejam realizados. É urgente que os eleitos pelo povo para os órgãos autárquicos ou para o poder central interiorizem que têm a obrigação de, com humildade, ouvir a voz desse mesmo povo.

Sejamos claros. Vivemos num país que reconquistou a liberdade de imprensa e de expressão há quase quatro décadas. Todos conhecemos, directa ou indirectamente, o quanto custou, os sacrifícios que foram feitos para a materialização da reconquista desses valores. E de muitos outros. De que não devemos abrir mão.

O “deixa andar”, de ordem cívica, é uma verdadeira afronta ética. Que, pessoalmente, rejeito. Não fico, nem ficarei nunca, confortavelmente sentado e de braços cruzados, a assistir ao desfile da “transacção de interesses” ou à impreparação de muitos dos que nos governam. Como hoje, mais do que nunca, é notório. Aplaudirei o que for de aplaudir. Criticarei o que me merecer reparo. Sendo certo que, neste último caso, o farei sempre com lisura de propósitos, com sentido construtivo e no respeito pela honra e dignidade de quem critico.

Nunca questionarei só porque sim, só por me apetecer. Fá-lo-ei, isso sim, na defesa do que julgo serem os superiores interesses da população da minha terra. Que foi, afinal, o que fiz quando escrevi o artigo publicado em Junho de 2010.

Então, não julguei o carácter de ninguém. Nem feri a honorabilidade de ninguém. Nem belisquei a dignidade de ninguém. Nunca quis ofender ninguém. Comparei tão-somente melhores e menos bem conseguidos actos de realização de obras. Pus em equação capacidades de fazer. Procurei, humildemente, contribuir para que no futuro possa fazer-se melhor. E isto foi um acto cívico. No limite, político. Nunca um acto que justificasse a alçada judicial. Infelizmente, houve quem assim não entendesse.

Mas, como escreveu o poeta Manuel Alegre, “há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não!”.
Ao silêncio.
Ao conformismo.
À resignação.
Enquanto as páginas livres da “GS” mo permitirem.
Mesmo reconhecendo que, nalguns casos, está cara a liberdade de expressão!

Fonte: Gazeta sátão
Vasco Rodrigues

Assim vai o Sátão



Sátão: O Ranking das Escolas

A Escola Secundária Frei Rosa Viterbo de Sátão surge na posição 290 ou 335 (12º ano e 1º ano, resp.) de entre um total de 492 ou 608 escolas consoante o universo considerado. É um lugar a meio da tabela e acima de outras escolas do Distrito como Carregal do Sal, Vouzela, Moimenta da Beira, S. Joao da Pesqueira, Castro Daire, Penalva do Castelo e Vila Nova de Paiva o que abona a favor de todo o corpo escolar desde a Direcção do Agrupamento e da Escola ao seu corpo docente, aos alunos e pais.
Certamente que a ambição será a de subir no “Ranking” e ultrapassar todas as dificuldades e limitações que o ensino no interior tem em face de outras e melhores condições dos estabelecimentos que se situam no litoral e nos grandes centros urbanos. Também no ensino os custos da interioridade se fazerm sentir.
Aqui fica o reconhecimento pelo esforço desenvolvido em prol do ensino público no Concelho.

Sátão: A revisão do Plano Director Municipal e o futuro do Concelho.
Como se sabe a revisão do Plano Director Municipal do Concelho de Sátão está em andamento parado, há alguns anos e tornou-se um enigma e um escândalo administrativo.