quinta-feira

Pobre povo tem de dar tudo, até o ...... se calhar




Com ou sem jeitinho ter de colocar o rabo ao à mostra é mau, continuamos a deixar que nos lixem e nós deixamos!! isso é que me chateia!! ninguem faz nada porque tem medo do "menino bonito" com os fatos dolce gabana e sapatos prada e meias a 50€ par! melhor nem imaginar quanto devem custar as cuecas do excelentíssimo! No tempo do Salazar Portugal passou fome mas estavamos sobre um clima de guerra! o mundo preparava-se pra uma Guerra, entrou nela, dizimou famílias, povoações, e o clima de tensão amainou apenas na decada de 80. Portanto o que nao havia em Salazar era liberdade de expressao! Hoje há demasiada liberdade de expressão, e isso faz mal ao povo, porque é mais facil falar do que agir, e agir dá trabalho! está na hora de ir à luta e de mostrar que o 25 de Abril nao passou de brincadeira de crianças, lamento se ofendo quem "passou mal" no tempo do Salazar mas a verdade é dura! 
Volta Salazar estas perdoado

A triste gorvernamentalização....

Ora cá está, o anúncio do novo plano de austeridade do Governo para cumprir as metas do défice impostas pela Alemanha que manda em Bruxelas. Ou me engano muito ou estamos perante o maior saque fiscal e o Orçamento do Estado, o mais duro da história da democracia portuguesa. Era um imperativo o corte da despesa pública, tal como admito que subir os impostos também tinha de acontecer. Mas vamos aos factos. Do lado da despesa: corte de 5% nos salários da Função Pública, eliminação do abono de família, congelamento de pensões e salários da Função Pública,  congelamento das promoções e progressões na carreira, a proibição da acumulação de salários com pensões, despedimento de funcionários públicos, redução da frota automóvel do Estado, eliminação das ajudas de custo e do pagamento das horas extraordinárias, congelamento de todo o investimento público (ontem António Mendonça anunciava que o TGV não seria suspenso), assinado já hoje em despacho, redução em 20 por cento as despesas com o rendimento social de inserção.
Do lado da receita temos então: aumento do IVA para 23 por cento, criação de um imposto para a banca, mais coisa menos coisa. A questão que eu coloco é só uma: como têm José Sócrates e Teixeira dos Santos coragem para afirmar, com cara de santos, que o maior esforço é do lado da despesa? Em número de medidas, não se duvida. A questão é só uma: as penalizações sociais que esse corte de despesa pressupõe colocam em causa o Estado social. O País tem uma taxa de desemprego das maiores que a História regista, a classe média está há muito asfixiada e, mais uma vez, o cidadão que pague a factura dos devaneios gastadores do Estado e dos senhores que nos governam. Responsavelmente, este OE seja chumbado, que venha o FMI e que nos resgatem para a estaca zero. Começar de novo é o caminho triste do país em que vivemos. Mas, obviamente, Pedro Passos Coelho fica refém deste sinal do Executivo socialista e, para bem das comadres, e com o cunho de Cavaco, habemos OE 2011. Não se discute o teor das medidas, porque elas imperam. Mas o País não pode sair da bancarrota unicamente à custa do contribuinte. Que D. Sebastião venha, e depressa, precisamos mesmo de um salvador nacional.

Tal como aconteceu em Maio, em que o Primeiro-Ministro aproveitou a visita do Papa para anunciar a subida de impostos, também hoje aproveitou para anunciar este plano de austeridade à mesma hora em que o Benfica jogava para a Liga dos Campeões. À grande Pinóquio

segunda-feira

Cortar na despesa, mas onde?

Na passada sexta-feira ouvi o primeiro-ministro dizer em Nova Iorque que preferia uma redistribuição fiscal (leia-se aumento de impostos) a cortes na saúde, na educação e no estado social.
Esta declaração é fantástica. Em primeiro lugar diz-nos que os impostos irão aumentar e em segundo que só na citadas três áreas é que há espaço para cortes na despesa. Ficamos a saber que os governos civis não vão fechar, que a imensidão de institutos, fundações e empresas municipais que duplicam a administração pública continuarão como até aqui e que o patrocínio estatal de actividades comerciais como computadores, construção de estradas e demais obras públicas não será contido.
Recorre-se ao medo e fica tudo na mesma. Excepto para os tais 15% que contribuem para 85% da receita fiscal, que sentirão, uma vez mais, os impostos mais pesados e a carteira mais leve.
Mas não seria nada mau pensado, o Governo começar a cortar nos seus próprios salários e deixar o Zé Povinho com mais ar para respirar, já que se queixam tanto com a despesa do Estado, deviam ser os primeiros a cortar em despesas, por sinal fúteis, como é o caso da renovação da frota, topo de gama, de automóveis dos nossos governantes!!

Fantástico ... esta gente que nos dirige

Preço da gasolina sofre maior descida em 15 meses


São ‘apenas' 2,5 cêntimos por litros mas é, ainda assim, a maior descida do preço da gasolina na Galp desde Junho do ano passado.
Mas, no Intermarche no Sátão, ali é ainda muito mais barata e penso que hesitem outras alternativas nas redondezas, vamos poupar porque estamos em crise. a Galp que abra falência para acabar com esses ordenados milionário dos gestores.

Pinóquio !!!!


Seria sorte de mais para Portugal e para os portugueses. 
O homem é tão mentiroso e tão vígaro que não larga o tacho!

As oito recomendações da OCDE para mudar Portugal

Em vésperas de apresentação do Orçamento de 2011, a OCDE publica um estudo sobre os caminhos que Portugal deve seguir.