quarta-feira

O suicida !!!!!!!


(os meus amigos sportinguistas vão desculpar-me... mas esta é boa! Qualquer que seja a filiação clubista...)
 
Um homossexual desesperado, desiludido de tudo, subiu ao 20.º andar de um edifício no centro de Lisboa.
Encontrou uma sala vazia e entrou, trancou a porta, subiu para a janela tomando coragem para saltar e acabar com a vida.
Juntou-se uma multidão lá em baixo. Todos a olhar para cima esperando a qualquer momento que o infeliz saltasse e se esborrachasse no asfalto.
Mulheres choravam nervosas, outras rezavam, outras gritavam palavras animadoras.
E o suicida lá, indiferente ao que se passava em baixo, preparando-se para saltar.
Aparecem os bombeiros, a TVI, a SIC, a RTP, todas as emissoras de TV e rádios, a Polícia, o pessoal do 112.

O trânsito parou, engarrafamento total.
Os bombeiros subiram até ao andar e tentaram arrombar a porta, mas era blindada e não conseguiram.
Eis que um bombeiro conseguiu entrar pelo apartamento ao lado, debruçou-se no parapeito e tentou conversar com o suicida para que não cometesse aquele acto:

- Pensa nos teus pais, como vão eles sofrer! - implorou o bombeiro.
- Eu sou órfão...
- Então pensa na tua mulher, nos teus filhos, que vão ficar desamparados!
- Eu sou bicha, estúpido...
- E no teu namorado?!
- Não tenho...
O bombeiro atrapalhado sem saber mais o que dizer. Eis que surge uma ideia:
- Então pensa no Benfica. O Grande S.L.B. Pensa nas grandes conquistas que fará este ano, será talvez o campeão de Portugal, e ainda havemos de sentir um orgulho enorme no "nosso clube"!!!
- Eu sou SPORTINGUISTA!
- Sportinguista? Então salta, paneleiro de merda, antes que eu te empurre !!!

terça-feira

O nosso Futebol

AFVISEU

Domingo 6 Novembro 2011 - 15h00
Campo Marques Veloso (POR)

Carvalhais     
2-3
Ferreira de Aves

Estamos em grande .... no Futebol  cá da Terra...

Na senda das vitórias

Classificação:
 
SATÃO

Portal de Sites


Um link que pode ser muito útil


 
 

POEMA (Matemático)


POEMA (Matemático) SIMPLESMENTE FANTASTICO
 
 
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.

 
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...
Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.
 
Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela.
Até que se encontraram
No Infinito.
 
"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."
 
E de falarem descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.
 
E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz.
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Rectas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.
 
Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.
 
Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar.
Uma Perpendicular.
 
Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissectriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.
 
E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até àquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.
 
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.
 
Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.
 
Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo.
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema ela era a fracção
Mais ordinária.
 
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade.
E tudo que era espúrio passou a ser
Moralidade
Como aliás, em qualquer
Sociedade.

Como lidar com crianças com Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA)?

A Hiperactividade com Défice de Atenção é prioritariamente definida como uma actividade motora exagerada, inapropriada e desordenada da criança. Não param de se mover, distraem-se com facilidade, aborrecem-se rapidamente, são desorganizadas, desobedientes, impulsivas e mandonas. E parece que não escutam quando se lhes fala, exibindo flutuações de atenção.


Paralelamente à hiperactividade surgem frequentemente associadas perturbações comportamentais a perturbações de carácter cognitivo, ou seja, relacionadas com a aquisição das aprendizagens escolares, independentemente ou não da presença de défice de atenção.


A sua expressão clínica depende da idade da criança aquando do aparecimento dos primeiros sinais. Assim, distinguem-se 3 faixas etárias antes da idade adulta: a idade do pré-escolar – são crianças hiper-reactivas a estímulos externos (ruído, agitação exterior, etc.) mas menos reactivas ao contacto com a figura materna e ao relacionamento com os outros. È agitada, grita muito, corre riscos de queda e modifica o seu comportamento e atitude de um minuto para o outro. È uma criança que dorme pouco e que se alimenta mal; a idade escolar – nesta fase, a hiperactividade está mais associada à perturbação de atenção, daí a designação hiperactividade com défice de atenção, sendo o último conceito o foco principal, o que se relaciona com a entrada da criança para a escola; a adolescência – nesta fase, a hiperactividade predominantemente na vertente motora diminui enquanto a intensidade dos sintomas de impulsividade e desatenção se mantém. Isto potencia no adolescente, dificuldades de adaptação associadas a um abaixa auto-estima que o afastam ainda mais do seu grupo de pares. Neste âmbito, as dificuldades interpessoais no seio da família e no exterior levam muitas vezes o adolescente a adoptar por condutas perturbadoras e delinquentes. Simultaneamente, poderão surgir, nesta altura, outras complicações, nomeadamente, personalidade anti-social, perturbações ansiosas e depressivas.


Etiologia (origem e causas)


A questão da origem da hiperactividade é muito complexa e as suas causas são múltiplas. Desta forma, a hiperactividade é, actualmente, considerada consequência da interacção entre 3 grandes tipos de factores: biológicos, psicológicos e sociais. No que se refere aos factores biológicos, parece efectivamente estar presente uma componente genética, isto é, pais biológicos de crianças hiperactivas exibiam frequentemente sintomas semelhantes na infância, ou seja, verificam-se antecedentes familiares de perturbações do comportamento.


Quanto aos factores psicológicos e sociais, são de destacar os aspectos familiares. Assim, entre os pais de crianças hiperactivas, é significativamente maior o nº de comportamentos agressivos, de alcoolismo e de abuso de substâncias psicoactivas. Também é de realçar, que nas famílias de crianças com hiperactividade se verifica maior incidência de conflitos conjugais, de perturbações psicopatológicas (depressivas e/ou ansiosas) ou ainda de isolamento social.


O tratamento


O que podem fazer os pais?


• Parar para pensar antes de reagir ao mau comportamento da criança;


• Aplicar consequências imediatas (podem ser positivas ou negativas – ex: chocolate, elogio, afecto, recompensa, ou negativas – ausência de gratificação associada a uma explicação imediata do que não foi cumprido. Assim, devem-se reforçar as boas acções/comportamentos (ex. positiva num teste) e punir, sem recorrer a castigos físicos o mau comportamento (ex: não ver TV 2 dias);


• Aplicar regras e rotinas bem claras e visíveis, ex: horários bem definidos;


• Ser consequente, firme e constante;


• Ajudar a criança a lidar com as suas dificuldades e estabelecer objectivos passíveis de alcançar pela criança;


• Actuar sempre como modelos positivos, pois o comportamento dos pais influencia o comportamento da criança e estas imitam-no.


• Actuar em conjunto com o companheiro(a), não discordando à frente da criança, e com outros técnicos (professores, psicólogos, médico de família, etc).

 
“ Por trás de uma criança com problemas de comportamento existe um adulto que também precisa de ajuda…”

 
Susana Rodrigues

Mestrado Integrado em Psicologia Clínica (ISPA)

Vamos afundar juntos!?


"O passado é história, o futuro é um mistério, o presente é uma dádiva.
Por isso se chama presente."