sexta-feira

Natal é quando um governo quiser

Comeu-se muito, agora começa-se a comer pouco ou quase nada. Mas se fôr para endireitar isto tudo, pois que se faça o sacrificio. 
Estar gordo não faz falta a ninguém. 
Se calhar só assim é que muito menino acorda.

Um Sr.Alvaro com pinta

Gosto deste ministro (assumo)!

Recantos e desencantos


 A ânsia de voltar a minha aldeia é o escape, o ponto de fuga, o berço de fim-de-semana que tantas vezes acontecem, tanto comigo como com inúmeras pessoas que por ali nasceram, aí sim, recordam-se e vivem emoções e se revivem e realizam incontáveis sensações.
Mas a angústia regressou, proveniente dos anos 50 e 60 e as pessoas voltaram a sair do país, a emigrar, em busca de melhores condições de vida. Continuamos sem criar condições para travar a progressiva desertificação. Todos os dias de vários pontos das nossas aldeias, jovens e menos jovens, saem em busca de melhores dias para garantir o seu futuro e dos seus. Os grandes centros urbanos como Lisboa, Porto e outros países, cada vez mais recebem gentes que vindas dos nossos recantos, ali trabalham a troca de algum dinheiro, que hoje diga-se é muito pouco, mas, vão lutando para sobreviver e a culpa é de quem? Como a culpa morreu solteira, vamos empurrando com a barriga para a frente, tentando acreditar em desculpas esfarrapadas daqueles que dirigem os nossos destinos, em quem votamos e confiamos para isso. Esses sim, assistem impávidos e serenos a um cenário lastimável, sem prejuízo deles próprios, olhando para um interior cada vez mais desertificado, com potencialidades subaproveitadas e abandonadas pelo desemprego e muita pobreza.O que vemos hoje, são as nossas aldeias envelhecidas, quase sem crianças, as casas e os caminhos rurais estão completamente irreconhecíveis, de vez em quando a muito custo, lá vem uma máquina da câmara desbravar uma passagem no meio dos pinhais, ou um caminho por onde as pessoas ou animais teriam de passar para fazer a sementeira ou colheitas, é a sina que assistimos, ouvindo as queixas dos mais velhos, que terão de deixar os campos em monte, as matas por limpar, pelos caminhos não se consegue lá chegar. É triste assistirmos a isto, mas é uma realidade, provavelmente alguém ao ler esta crónica dirá que não acredita, pois estamos em pleno século XXI, mas, a realidade é outra, todo o investimento foi desviado para os grandes centros e esqueceram o interior, não dando qual quer margem de manobra aos autarcas para outros investimentos e sem lhes dar a importância necessária, hoje vemos cada vez mais as nossas aldeias a ficar desertas, abandonadas à sua sorte e completamente devoradas pela silvas giestas e outra vegetação selvagem.
 Sinto um orgulho enorme como viseense, vejo a minha cidade organizada, bem tratada, evoluindo cada dia que nasce, mas, entristece-me ver todo o meu concelho e a minha freguesia quase parados no tempo, provavelmente eu não faria melhor, pois não estou habilitado para tal, mas, estamos a ser dirigidos por pessoas com larga experiência de muitos anos de autarcas, são eles têm um papel importante em servir de agentes mobilizadores e moralizadores na procura de soluções locais que, reanimem a autarquia e dêem a quem lá vive aquilo que é necessário para que se sintam bem e com vontade de fazer mais e melhor, é um fato que a «crise» é a madrasta e padroeira de toda esta troika, mas, não convence e justifica em tudo, é com emprego que os jovens e os casais se fixam, é com garantia de emprego que os que saíram regressam para a sua terra, sem isso, não é possível mantermos os nossos jovens nas nossas terras, por isso, as pessoas poderão mostrar bastante descontentamento,
Nesta altura difícil, em que assistimos a uma grave crise económica internacional, à qual o nosso país também não escapou, acredito que vamos dar a volta por cima, somos um povo que luta e quando é preciso arregaçar as mangas, damos tudo o que temos e vamos buscar forças onde elas já não existem em prol de uma vida melhor, e da revitalização dos nossos recantos.

Vasco Rodrigues
In gazeta sátão junho2011

O fim dos tachos?


Se a limpeza for mesmo para levar a sério - e tem de ser - já começou . E nem foi preciso muita pressão. Pedro Passos Coelho prometeu extinguir os governadores civis, cargos ocupados por pessoas de confiança política e partidária do partido do Governo. António Galamba (na foto), governador civil de Lisboa, foi o primeiro a dar o passo antes que seja obrigado a sair e apresentou hoje a sua demissão do cargo. Tudo, depois de o primeiro-ministro ter anunciado na tomada de posse que não nomearia novos governadores civis. Pouco depois, soube-se que os governadores civis de Braga, Viseu e Beja, Fernando Moniz, Mónica Costa e Manuel Monge, respectivamente, também se demitiram. Espera-se que os restantes sigam o mesmo caminho.

terça-feira

Sátão comemorou os 900 anos de atribuição do Foral


O Município de Sátão, com a colaboração do Agrupamento de Escolas de Sátão comemorou os 900 anos de atribuição do Foral de Sátão, pelo Conde D. Henrique e D. Teresa, no dia 9 de Maio. No início da tarde, em frente aos Paços do Município, foi lida a Carta de Foral a milhares de pessoas que se quiseram associar ao evento. 




No Largo de S. Bernardo decorreu a Feira Medieval onde os participantes, trajados a rigor, presentearam o público com actividades realizadas na época: esgrima, dança, malabaristas, venda de produtos típicos e artesanais. 



Os professores e alunos, os visitantes, os comerciantes fizeram parte de um dia repleto de animação e convívio.
Durante a noite foi servida a Ceia Medieval onde participaram mais de 250 pessoas inscritas e onde foi servida uma refeição típica da época acompanhada de animação durante toda a noite pela Companhia de Teatro Vivarte. 




O evento foi encerrado com um espectáculo de fogo e foi visível o contentamento das pessoas que certamente não vão esquecer este dia que as transportou para a época medieval.

fonte:ViseuMais

Uma homenagem justa a um Santo

É uma justa homenagem prestada ao saudoso Padre Albano, Homem que sempre dedicou toda a sua vida ao próximo e ao conselho de Sátão, nunca desfrutando daquilo que podia retiar da freguesia , mas em contrário dando o que era dele aos mais necessitados,  um Santo, que um dia será reconhecido por quem de direito.
A minha homenagem a um homem que tive o previlégio de ser meu professor e meu amigo.